Correntes
09:59:00
A beleza pela beleza e mais nada. O ode ao que aparentemente se representa. A falta de uma identidade mais firme e clara faz cabeças girarem em todos os sentidos, sempre à procura de alguém que lhe dará alguma resposta; sempre atrás de alguma moda que parecerá, a princípio, porta para o autoconhecimento, ou, então, um anestésico.
Ninguém está a salvo!
Vivemos em um tempo em que a imagem se sobressai e o vazio existencial parece saltar aos olhos de quem se prepara para observar um pouco mais. Estará a salvo quem puder ver, quem conseguir tentar sair do molde. Muitas voltas se darão a partir daí, inclusive, quem sabe, um longo retorno ao que se caracteriza como raiz.
Estamos todos cercados e acorrentados?

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