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E como a chuva que cai, que alimenta o orvalho, que dá de beber à terra, que saúda nossa vida e os dias de luta, o sol faz morada no mesmo céu, secando as dores, fortalecendo o verde que habita por perto, irradiando mais sorrisos, sonhos, energias que rodopiam nesses dias de chuva-sol incansavelmente bonitos e promissores. A todos esses dias, eu saúdo, eu brindo, eu rodopio com pés descalços. Serenamente me entrego e confio. 


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