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Muito do que precisamos está no compartilhar, em ter com quem contar, com quem jogar conversa fora, rir de quase nada, contar sobre seu dia, mostrar algo que você ama, que alimenta seus sonhos. É por isso que compartilhar é tão belo e, penso, não deve ser um ato leviano, jogado aos ventos. Ao contrário, deve ser feito com ardor, com a intensidade que habita o peito. Escolher a sensibilidade não é fácil... ser intenso não é fácil. Você sabe, sabe bem, que uma hora haverá lágrimas, haverá certo amargor, mas também acredita com a fé de mil crentes que a vida só vale ser vivida se for pra ser sentida, talvez com um quê de enlouquecida. Viver no morno não me interessa. Eu quero compartilhar.
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